3 peças de roupas, muita história para contar

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25/11/19|COMPORTAMENTO

Roupas são muito mais do que simples pedaços de tecidos colocados sobre a pele, elas contam a nossa história. Roupas passadas de mães para filhas, uma camisa usada em um evento especial, um presente de alguém querido. O que vestimos tanto nos lembra o que já vivemos como projeta para o mundo uma imagem de quem somos ou como gostaríamos de ser percebidos.

A partir dessa ideia, a Renner convidou três pessoas da equipe do Hypeness para falar sobre a relação especial que elas têm com alguma peça. As histórias remetem a momentos especiais, amizades e sensações vividas ao longo dos anos, mas todas elas têm uma coisa em comum: são vestimentas atemporais, pelas quais o carinho foi crescendo com o passar dos anos.

Para a jornalista Clara Figueiredo, de 32 anos, essa roupa especial trata-se de uma jaqueta vermelha de couro, comprada em um brechó de Milão. “Ela é minha peça preferida porque eu comprei ela a primeira vez que eu fiz uma viagem internacional e foi um momento muito importante para mim. Foi uma viagem a trabalho, uma baita oportunidade que eu tive na vida. Isso tem acho que quase 10 anos já”, conta.

Fã de brechós, ela diz que a jaqueta foi um verdadeiro achado e, apesar de ter sido comprada de segunda mão, continua em perfeito estado. “Eu gosto muito dela também porque, na verdade, ela foi a única jaqueta de couro que eu já tive que sobreviveu aos anos, porque todas as outras que eu tive depois na vida, chega um momento que elas craquelam, se desfazem inteiras”. Apesar do design clássico, Clara diz que usa pouco a peça, por ser vermelha, “mas é uma peça de roupa que eu gosto muito, que eu tenho muito carinho, que tenho muito orgulho de ter garimpado e que representa um momento bem importante da minha vida profissional”, diz.

A publicitária Rarine Maira Neves, 30 anos, tem uma história que também remete à sua profissão. “É uma saia que eu comprei em 2008 com o meu primeiro salário. Eu tinha acabado de receber do estágio que estava fazendo e entrei numa loja desconhecida e me apaixonei por ela”, comenta. Outro ponto destacado é o fato de ser uma peça coringa, que combina com todo tipo de blusas.

“Ao longo de 11 anos foram vários momentos que fui passando na minha vida, já me desfiz de várias roupas, sempre vou renovando, e é como se a peça tivesse mudando junto, passando por todas as mudanças comigo, é quase um relacionamento”, lembra.

No caso da jornalista Kathleen Santiago, de 26 anos, a peça mais afetuosa de seu guarda-roupas trata-se de um vestido que uma amiga de infância lhe deu. “Eu ganhei há uns 4 ou 5 anos de uma amiga que eu não via há muito tempo e ela voltou no meu aniversário me trouxe essa peça de presente e eu adoro ganhar roupa de presente”. Para ela, foi ótimo ver que, mesmo estando distante por um longo período, a amiga conseguiu escolher uma peça que a representava tão bem.

Ela diz que, apesar de algumas pessoas acharem que ganhar roupas é algo impessoal, ela adora ser presenteada com novas peças. “Quando eu ganho roupa de presente, na grande maioria das vezes, para não dizer todas, as pessoas que me dão acertam. Acertam meu estilo, acertam meu gosto e isso mostra que elas me conhecem, que elas sabem do que eu vou gostar, porque o nosso estilo é também um pouco da gente, né?”.

Cada fio de roupa conta um pouco da nossa história, que não vem impressa em etiquetas, mas sim nas escolhas que fazemos quando trazemos uma peça para dentro de casa - e também quando escolhemos aquelas das quais desapegar. Independente do seu estilo, a Renner tem uma seleção de peças únicas para que cada pessoa possa seguir escrevendo as suas histórias. 

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