6 museus pelo mundo

07/11/19| ENTRETENIMENTO

Visitar um museu é como entrar em um lugar sagrado, cheio de imagens, ideias e representações de movimentos artísticos e, muitas vezes, sociais. No Brasil e no mundo, existem museus com arquiteturas e acervos de exposições imperdíveis.

Por isso, no dia 5/11, Dia da Cultura, a Renner vai abrir as portas gratuitamente de 6 dos principais museus de Rio, São Paulo e Porto Alegre por 6 dias. Entre 5/11 e 13/11, o MASP, MAM e o Instituto Tomie Ohtake em SP; a Casa de Cultura Mario Quintana e a Fundação Iberê Camargo em POA, e o Museu do Amanhã no RJ estarão com entrada grátis com o objetivo de democratizar a cultura e torná-la acessível para todos. Fica de olho na nossa programação aqui no blog e nas nossas redes sociais para receber conteúdos históricos e curiosidades sobre o Renner Cultural!

Abaixo, veja nossa lista de alguns museus favoritos pelo mundo!

Museu de Arte de São Paulo (SP, Brasil)

Mais conhecido como MASP, um dos museus brasileiros mais icônicos foi fundado em 1947 com projeto arquitetônico de Lina Bo Bardi, em que dois pórticos vermelhos sustentam uma caixa de concreto e vidro onde fica a galeria principal. A laje faz uma cobertura de 70 metros de comprimento no coração de SP. O acervo do MASP abrange arte africana, das Américas, asiática e europeia, desde a Antiguidade até o século XXI, com pinturas, esculturas, desenhos, fotografias e roupas. Inclui obras de arte de Van Gogh, Monet, Picasso Anita Malfatti, Di Cavalcanti e Portinari.

Musée d’Orsay (Paris, França)

Instalado numa antiga estação ferroviária construída em 1900, que depois virou um hotel, o Musée d'Orsay foi inaugurado em 1986 bem no centro de Paris, perto do Jardim de Tuileries. A arquitetura do museu já é uma obra de arte com uma estrutura metálica e cúpula de vidro. O relógio no centro do museu é, também, uma atração à parte. Seu acervo exibe coleções de arte do período de 1848 a 1914, com grandes pinturas modernistas e obras de arte de nomes como Gustave Coubert, Monet, Renoir e Gauguin.

Museo Soumaya (Cidade do México, México)

O museu abriu as portas em 1994 e é um destino ideal na Cidade do México para quem ama arte, design, moda e arquitetura. Com projeto do arquiteto mexicano Fernando Romero, a fachada exibe mais de 16 mil hexagonais de alumínio em uma estrutura curvilínea que vai em direção ao céu. O acervo mistura retratos mexicanos do século XIX, mestres europeus, moda do século XVIII ao XX, muitas esculturas e obras de arte de Rodin, entre outros.

Museu de Arte Contemporânea (Niterói, Brasil)

Inaugurado em 1996, o MAC foi logo adotado como símbolo da cidade e considerado uma das maravilhas arquitetônicas do mundo. O Mirante da Boa Viagem foi o local escolhido por Oscar Niemeyer para exibir uma arquitetura futurista, com uma rampa espiral e forma circular suspensa bem diante da Baía de Guanabara, com uma vista linda para o Rio de Janeiro. Palco de diversos eventos, como desfiles de moda, ele reúne um dos principais acervos de arte contemporânea dos museus brasileiros, com obras de arte de Tomie Ohtake, Abraham Palatnik e Carlos Vergara.

Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia (Lisboa, Portugal)

Aberto em 2016, o MAAT oferece um novo impulso cultural e paisagístico à cidade de Lisboa, com tecnologias que trazem versatilidade e composições inovadoras das áreas de exposição. Projetado pela arquiteta Amanda Levete, ele traz linhas orgânicas e futuristas, à beira do Rio Tejo, com uma grande fachada de azulejos, fazendo referência e atualizando a tradição portuguesa. Seu acervo retrata a geração de artistas que emergiu em Portugal entre o final do século XX e o início deste século.

Museu do Amanhã  (Rio de Janeiro, Brasil)

Um museu de ciências diferente, com ideias, explorações e perguntas sobre as grandes mudanças em que vivemos e os diferentes caminhos para o futuro. Projetado por Santiago Calatrava, o Museu do Amanhã é um dos museus brasileiros mais ousados e traz placas de energia solar na cobertura, que se movimentam para acompanhar o sol e aumentar a captação de energia. Majoritariamente digital, o acervo traz obras que visam despertar o público para a sustentabilidade da vida e a convivência pacífica entre os seres humanos. O único objeto físico no acervo é um artefato feito por aborígines australianos, associando o passado ao futuro. E foi lá que fizemos o desfile da nossa coleção de alto verão 2020!

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