Para fugir do óbvio: peças tie-dye e menos impactantes

16/11/20|MODA

O tie-dye é a maior prova viva de que a moda é cíclica e, se você pensa que a técnica de amarrar e tingir vem do movimento hippie, saiba que ela só foi reeditada nos dias de paz e amor. O tie-dye já foi chamado de shibori pelos japoneses antigos e de bandhani na Índia. Há centenas de anos, já era aplicado em diferentes cores e diferentes amarrações.

Abraçado pela comunidade hippie nos anos 1970, o tie-dye expressava a liberdade de tingimento e amarrações, livre de regras. Depois, nos anos 1990, a ideia voltou com os clubbers e ganhou a simpatia até dos punks, em looks que combinavam essa proposta de peças manchadas com camisetas de banda.

Enfim, o tie-dye já foi e voltou e agora está de novo entre os mais pedidos. A tendência segue forte para o verão e você pode encontrar peças em tie-dye com o selo Re – Moda Responsável em todas as nossas lojas Renner e também pelo site. São peças que fogem do óbvio, combinando a tendência com uma pegada sustentável.

COMPRE O LOOK

O seu tie-dye pode ser produzido com menos impacto para o meio ambiente e, ao escolher uma peça com o selo Re – Moda Responsável, você está apoiando um ciclo de produção mais consciente, da matéria-prima ao descarte! Não esqueça que a Renner também contribui para a melhor destinação para cada tipo de resíduo.

Para isso, temos os pontos de EcoEstilo em todas as lojas, onde você pode deixar todas as suas roupas que não usa mais – mesmo que não tenham sido compradas na Renner. São três destinos possíveis para peças fora de uso: elas podem ser recicladas, quando se pode desfibrar e transformar a fibra em novos fios ou outros materiais; reutilizadas num modelo de upcycling ou destinadas à doação.

A cada estação, a Renner amplia seu compromisso com a moda responsável, trazendo lançamentos com tecidos certificados, fibras recicladas ou biodegradáveis. Na sua próxima compra, procure pelo selo Re – Moda Responsável!

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