Somos Arte

Somos Arte é um projeto que conecta a Renner a artistas para valorizar e democratizar diferentes manifestações de arte e cultura através de coleções criadas de forma colaborativa.

CONHEÇA OS ARTISTAS

Ecran Studios
@ecranstudios

Ecran Studios é o nome do projeto iniciado em 2017, no Rio de Janeiro, pela dupla Renata Guimarães e Danilo Moreno.

Inspirados por arte, design, arquitetura e pelo urbano tropical contemporâneo, suas criações a quatro mãos são uma busca constante por materializar, de forma inventiva e escultural, as visões e curiosidades de seus dois criadores.

Felipe Morozini
@felipemorozini

Felipe Morozini é um artista paulistano, fotógrafo há 20 anos. Vive no centro da cidade de São Paulo, lugar que contribui para as suas inspirações e trabalhos. Já participou de diversas exposições e trabalha com direção de arte para grandes marcas brasileiras e internacionais.

Grande admirador de arte urbana, já apresentou suas frases em murais gigantes pela cidade de São Paulo, em museus e galerias e em diversos festivais de arte. Atualmente, luta para transformar o Minhocão em um parque, ressignificando a cidade com novas ideias e novos sonhos.

Priscila Barbosa
@priii_barbosa

Priscila Barbosa tem 30 anos e é artista visual, muralista e ilustradora paulistana. É graduada em Artes Visuais pela Belas Artes e possui extensões em Masculinidades contemporâneas, Feminismo Pós-colonial na América Latina e O Estado e o Corpo, todos pela PUC-SP.

Desenvolve um trabalho que investiga diferentes corpos de mulheres, propondo percepções críticas sobre padrões estéticos e comportamentais vigentes como estratégia de enfrentamento e questionamento das relações de poder.

Através da reflexão sobre si mesma e sobre as relações com outras mulheres, sua pesquisa tem como foco as vivências de lutas latinoamericanas. Utiliza referências de poses e cenas da arte clássica européia como ponto de questionamento dos papéis impostos para as mulheres ao longo da história da arte.

Reivindica, então, o reconhecimento das mulheres como seres intelectuais, autoras, artistas e, consequentemente, agentes diretas de mudanças culturais, sociais e políticas. Reconhecimento que passa também pela valorização de tradições ancestrais, representadas pelos elementos botânicos e anatômicos em registros sensíveis de corpos com potencial poético, afetivo e revolucionário.

Karen Hofstetter
@karenhofstetter

Karen Hofstetter é paulistana, mas vive há 10 anos em Berlim. Como diretora de arte e criação, se dedica a projetos liderados por e para mulheres, com propósito e impacto social. Nos experimentos como artista visual, ela explora técnicas digitais e analógicas, como a cerâmica, o bordado, colagem com musgos, lã e pedras em busca de um equilí­brio imaginado da desordem natural.

Do mito de Ariadne e Teseu à lenda oriental de Akai Ito, um dos símbolos que une as referências da artista é o fio, que puxa para a expansão da consciência em sua busca por uma existência lúcida, desconstruindo preceitos e iluminando sombras, para que possamos criar uma realidade menos injusta e desigual.

Karen acredita que fazer arte é como navegar por onde ainda não existe, e, quando chegar lá, perceber que é como se aquele novo lugar sempre tivesse existido. É descobrir qual é a cor da sua sombra e, então, fazer as pazes e dançar com ela.

Quem me inspira:

“Eu sou aquela mulher que fez a escalada da montanha da vida, removendo pedras e plantando flores.” Cora Coralina

“Nosso belo dever é imaginar que há um labirinto e um fio.” Jorge Luis Borges

Letícia Moreno
@negapeta

Letícia Moreno (Leta) tem 27 anos, é ilustradora e bacharel em História da Arte, pela EBA/UFRJ. É natural de São João de Meriti, na Baixada Fluminense (BXD), atualmente residindo em Maricá, também região metropolitana do RJ.

Seu trabalho foca na representatividade gráfica da negritude, a fim de atingir uma forma gentil e delicada através de seus desenhos, recusando estereótipos com o propósito de humanizar corpos negros.

Produz zines/quadrinhos referentes à vivência cotidiana, subjetividade e autorreflexão. Também faz parte do Coletivo NEGRÁFRICA com sua produção de quadrinhos experimentais, juntamente de outras cinco mulheres negras.

Já participou de feiras de impresso como a parque gráfico (SC), semana internacional de quadrinhos / siq ufrj (RJ) e feira canastra (MG), desde 2018 em atividade.

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PODCAST DA COLEÇÃO

PORQUE ARTE NUNCA SAI DE MODA.
PORQUE SOMOS ARTE DE TODOS OS ESTILOS.

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